Daniel no Rádio




A taxa de desemprego no Brasil ficou em 12,6% no trimestre encerrado em agosto deste ano, de acordo com o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Os dados são da Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) Contínua, divulgada nesta sexta-feira (29). O índice ficou 0,7 ponto percentual abaixo dos 13,3% divulgados no trimestre encerrado em maio. Em agosto de 2016, a taxa havia sido de 11,8%.

O trabalho informal contribuiu com mais da metade do aumento de 1,4 milhão de pessoas ocupadas no trimestre encerrado em agosto. Nesta categoria, entram empregados sem carteira assinada e pessoas que trabalham por conta própria.


A taxa de pessoas que trabalham por conta própria subiu 2,1% -472 mil pessoas a mais-, totalizando 22,8 milhões de pessoas neste grupo. Já o número de trabalhadores sem carteira assinada teve um acréscimo de 286 mil pessoas, chegando a 10,8 milhões nesta categoria.

Essa informalidade no mercado é o primeiro passo da recuperação após uma crise econômica, justifica o gerente da pesquisa, Cimar Azeredo. Segundo ele, a melhoria no mercado de trabalho "tira da fila da desocupação 658 mil pessoas, uma queda significativa de 4,8% no trimestre terminado em agosto frente ao anterior". Frente ao mesmo período de 2016, o aumento da ocupação foi de 1,4 milhão de pessoas. (FolhaPress)




Publicado por: Daniel Campos - 29/09/2017 - 15:21:42  
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A proximidade das festas de fim de ano faz do mês de agosto, tradicionalmente, um período favorável à geração de empregos. Tanto que, justamente no mês passado, os saldos de empregos formais no Brasil e em Pernambuco foram positivos, segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). No estado, o quarto maior saldo positivo do país, foram criadas 4.206 novas vagas considerando a diferença entre admissões e demissões, um crescimento de 0,34% em relação ao estoque do mês anterior. O saldo é o maior desde agosto de 2014.

No Brasil, o saldo positivo foi de 35.457 novos postos de trabalho - crescimento de 0,09% em relação ao estoque do mês anterior. O Nordeste foi, inclusive, a região de maior destaque na geração de empregos no período. Juntos, os estados nordestinos totalizaram 19.964 novas vagas, contra 5.935 na região Sul e 4.655 no Centro-Oeste.

Cinco dos oito setores de tiveram crescimento no nível de emprego em agosto, na perspectiva nacional. Os números positivos foram dos setores de serviços, com 23.299 novos postos (+0,14%); indústria de transformação; com saldo de 12.873 postos (+0,18%); comércio, com 10.721 novos postos (+0,12%); construção civil, com 1.017 novas vagas (+0,05%); e administração pública, que teve crescimento de 528 postos (+0,06%).

"Os números apontam a importante continuidade da retomada do crescimento do emprego no estado, em agosto. Esses números podem ficar ainda melhores nos próximos meses", argumentou o ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira. Foi o quinto mês consecutivo e o sexto do ano em que o Caged registrou um número maior de contratações do que de demissões.

De volta ao dado estadual, o setor da indústria de transformação foi o responsável por puxar o desempenho positivo com a abertura de 1.927 novos postos formais. A agropecuária ficou em segundo lugar (1.802 novos postos), seguido pelos serviços, responsáveis por 673 novas vagas. (FolhaPE)




Publicado por: Daniel Campos - 23/09/2017 - 19:00:00  
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Uma auditoria do Ministério da Transparência e Controladoria-Geral da União (CGU) identificou ao menos R$ 1,01 bilhão em recursos do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) retidos em instituições financeiras.

Segundo a CGU, tratam-se de pagamentos de benefícios, como aposentadorias, transferidos para contas de pessoas mortas - o INSS enfrenta dificuldade para conseguir o ressarcimento.
Na auditoria, a CGU aponta que pareceres da Procuradoria Federal Especializada indicam que não há problema jurídico para que os bancos façam a devolução desse tipo de recurso ao INSS. Apesar disso, diz o órgão, as instituições financeiras resistem em fazer os ressarcimentos.

Em nota, a Federação Brasileira de Bancos (Febraban) informou que tem apoiado o INSS na busca por soluções que evitem o depósito de benefícios nas contas de mortos. A nota da entidade não trata da devolução dos valores já depositados. (G1)




Publicado por: Daniel Campos - 19/09/2017 - 09:51:29  
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A economia pernambucana apresentou resultados melhores que os brasileiros, consolidando um movimento de recuperação, no primeiro semestre deste ano. Pelo menos é isso que indica os números do Produto Interno Bruto (PIB) do Estado, apresentados pela Agência Condepe/Fidem nesta sexta-feira (15).

Segundo a agência, o PIB de Pernambuco cresceu 2,3% nos seis primeiros meses de 2017, já o do Brasil manteve-se estável (0%). Considerando apenas o segundo trimestre do ano, a economia pernambucana cresceu 2,7% e a brasileira, 0,3%. Por isso, a Condepe Fidem também projeta um bom desempenho para o final do ano. "Pernambuco vai crescer mais que os 0,3% ou 0,4% do Brasil em 2017", garantiu o diretor executivo da agência, Maurílio Lima, que elevou de 1% para 2% a projeção do PIB de Pernambuco para 2017.

Ainda segundo Lima, esses números são resultado de três fatores principais: a recuperação de parte da agropecuária, muito castigada pela seca em 2016; o início da recuperação da indústria de transformação, que foi puxado pela produção de embarcações e automóveis no segundo trimestre deste ano; e o desempenho do comércio, favorecido pela queda da inflação, que aumentou o poder aquisitivo da população. (G1)




Publicado por: Daniel Campos - 15/09/2017 - 18:27:45  
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Para evitar uma elevação maior da meta de déficit primário para o próximo ano, o governo elevará tributos para reforçar o caixa em R$ 14,5 bilhões em 2018, anunciaram há pouco os ministros da Fazenda, Henrique Meirelles, e do Planejamento, Dyogo Oliveira. Para 2017, não estão previstos novos aumentos de impostos.

Fundos de investimento

A principal medida será a mudança na tributação para fundos exclusivos de investimentos, que deverá render R$ 6 bilhões no próximo ano. Destinados a grandes clientes, esses fundos, que são fechados e não têm livre adesão, pagam, atualmente, Imposto de Renda apenas no fechamento ou no resgate das cotas. O imposto passará a ser cobrado todos os anos, como ocorre com os demais fundos de investimento. *ABr




Publicado por: Daniel Campos - 16/08/2017 - 09:00:00  
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O prefeito Miguel Coelho apresentou na manhã desta quinta-feira (06) um balanço geral do São João de Petrolina. O evento iniciado em maio com festas descentralizadas nos bairros movimentou ao longo de quase 40 dias mais de R$ 200 milhões e gerou em torno de 8 mil empregos diretos e indiretos. Na apresentação, o prefeito ainda mostrou os dados de uma pesquisa (Instituto Alfa) contratada pela gestão municipal para avaliar o nível de satisfação com o São João, a qual constatou uma aprovação absoluta (95,57%).

O circuito junino atraiu no total um público de 820 mil moradores de Petrolina e turistas. Desse volume, 26% era de origem de outras 70 cidades de Pernambuco, Ceará, Paraíba, São Paulo entre outros estados. Esse quantitativo fez com que a rede hoteleira de Petrolina ficasse totalmente ocupada entre os dias 16 e 24 de junho, datas em que ocorreram as festas no Pátio Ana das Carrancas.

O público ainda avaliou positivamente a segurança do evento. O esquema montado numa parceria da Prefeitura, Polícias Militar, Civil e Rodoviária, além da Guarda Municipal e Ammpla, resultou em nenhuma ocorrência de crime grave e teve aprovação de 91% da população que participou do festejo junino. Para isso, foram mobilizados 520 profissionais de segurança pública ao longo do evento.

A programação dos shows e a estrutura montada também tiveram aprovação quase total. 96,6% das pessoas pesquisadas considerou a grade cultural boa ou ótima. Em relação ao ano passado, 86,4% do público considerou melhor o São João de 2017.

Segundo o prefeito, o balanço do evento junino foi acima do esperado. Ainda assim, Miguel Coelho adiantou que a Prefeitura fará ajustes para melhorar a estrutura e atrair mais turistas para o município sertanejo. "Nada disso seria possível sem a população, os servidores envolvidos no evento, a imprensa que divulgou, os empresários que investiram, enfim, de todos que participaram direta ou indiretamente. Mas nossa pretensão é consolidar Petrolina como o principal polo de São João do Brasil e para isso precisamos aumentar ainda mais os serviços e estrutura para atender com qualidade nossos moradores e os turistas que virão conhecer não apenas a festa, mas todos os atrativos que Petrolina oferece", explicou o prefeito. (Ascom)

Confira os principais números do balanço do São João 2017:

Cultura:

Programação com 80 shows (aprovada por 96,6%)

16 eventos (shows, concursos, quadrilhas, etc) em quase 40 dias

Resgate do São João dos Bairros (aprovado por 88%)

86,4% do público considerou o São João 2017 melhor que no ano passado

32 artistas da região contemplados

Economia:

Movimentação financeira superior a R$ 200 milhões durante o circuito

8 mil empregos diretos e indiretos gerados

Redução nos custos da Prefeitura superior a 30% em relação a 2016

São João considerado ótimo ou bom por 81% dos segmentos (hotéis, comércio, táxis, bares, restaurantes)

49% da cadeia econômica considerou o São João 2017 mais rentável (23% igual, 22% pior, 6% não soube informar)

Segurança:

Efetivo de 520 profissionais da PM, PC, PRF, GM e Ammpla

Nenhuma ocorrência relacionada a crimes graves (homicídios, latrocínio, estupro)

Turismo e divulgação:

Rede hoteleira lotada

26% do público era de turistas. Desse total, 22% nunca tinha participado

Mais de 12 mil imagens registradas, mil postagens nas redes sociais, 67 matérias produzidas, ações em dois aeroportos e cerca de 40 outdoors pelo estado

Saúde:

116 atendimentos médicos; menos da metade de ocorrências registradas em 2016

Serviços:

Mais de 60 toneladas de lixo recolhidas no circuito junino

Em torno de 800 servidores da prefeitura envolvidos na organização e manutenção do evento

80 máquinas e veículos no suporte à festa

Solidariedade:

6 toneladas de alimentos e 4 mil peças de vestuário arrecadados




Publicado por: Daniel Campos - 06/07/2017 - 16:02:57  
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A taxa média de juros do cartão de crédito rotativo para pessoas físicas recuou para a menor taxa em dois anos, no patamar de 363,3% ao ano. Os dados são de maio, o segundo mês das novas regras da modalidade, informou o Banco Central nesta quarta-feira (28). A última vez que os juros ficaram abaixo deste patamar foi em maio de 2015, a 355% ao ano.

Em abril, os juros haviam caído de 490% para 422,5% ao ano. O mês de março foi o último antes das mudanças nas regras do cartão de crédito.

Pela nova regra, que começou a valer em abril, o rotativo só pode ser usado até o vencimento da fatura seguinte. Se na data do vencimento o cliente não tiver feito o pagamento total do valor da fatura, o restante terá que ser parcelado ou quitado. (G1)




Publicado por: Daniel Campos - 28/06/2017 - 22:00:00  
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As despesas de brasileiros no exterior avançaram para US$ 4,46 bilhões no acumulado do primeiro trimestre de 2017, o que representa um aumento de 50% frente ao mesmo período do ano passado, quando ficaram em US$ 2,97 bilhões, informou o Banco Central nesta terça-feira (25).

Apenas no mês de março, os gastos em outros países subiram 18,5%, para US$ 1,53 bilhão. Em março do ano passado, haviam somado US$ 1,29 bilhão.

O chefe do Departamento Econômico do Banco Central, Tulio Maciel, avaliou que o aumento dos gastos de brasileiros no exterior no primeiro trimestre deste ano está relacionado com a desvalorização do dólar e também com um "quadro econômico mais favorável."

"O nível de incerteza é menor e os indicadores de risco estão melhores [do que no primeiro trimestre de 2016]. Isso se reflete na confiança do consumidor, que é um elemento importante para entender a evolução das despesas de viagens internacionais", declarou ele. (G1)




Publicado por: Daniel Campos - 25/04/2017 - 13:32:19  
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A exportação de carnes pelo Brasil aumentou 9% em março, na comparação com o mesmo mês do ano passado, informou nesta segunda-feira (3) o Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC).

O resultado positivo ocorreu apesar da Operação Carne Fraca, deflagrada em 17 de março, e das restrições à importação da carne brasileira adotadas por alguns países logo após a divulgação das suspeitas, que incluiam corrupção de fiscais agropecuários e venda de carne estragada.

Segundo o Mdic, a exportação de carnes de frango, bovina e suína, juntas, somaram US$ 1,113 bilhão em março. No mesmo mês de 2016, foram de US$ 1,021 bilhão.

Entretanto, se consideradas as exportações por tipo de carne, houve queda nas vendas da bovina para outros países em março. De acordo com o Mdic, as exportações somente de carne bovina somaram US$ 404 milhões no mês passado, contra US$ 411 milhões de março de 2016.

As exportações de carne de frango e suína, por outro lado, aumentaram no mês passado. A primeira, passou de US$ 511 milhões para US$ 571 milhões e, a segunda, de US$ 99 milhões para US$ 138 milhões.

Poucos dias depois da deflagração da Operação Carne Fraca, o Mdic chegou a divulgar números que apontavam para um tombo nas exportações de carne pelo Brasil. Nos dias seguintes, porém, as restrições à carne brasileira foram suspensas por alguns países, entre eles a China, maior importador do produto em 2016. (G1)




Publicado por: Daniel Campos - 03/04/2017 - 17:15:00  
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Um passo importante para a construção de uma fábrica de polpa de frutas em Petrolina foi dado na manhã desta quinta-feira (12). A Prefeitura de Petrolina, através da Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Agrário do município, fechou uma parceria para construção deste empreendimento. O secretário da pasta, José Batista da Gama, visitou o terreno de 16 mil metros quadrados, localizado na Estrada da Banana, zona norte da cidade, juntamente com o empresário Abdoval Gomes Lima, responsável pelo projeto.

A obra terá início dia 01 de fevereiro e a previsão de término é para o segundo semestre deste ano. Segundo o secretário José Batista, esse empreendimento traz desenvolvimento para o município. "A secretaria vai dar todo apoio logístico para que o mais rápido possível, essa fábrica esteja produzindo e gerando muitos empregos", comenta.

A empresa

A Ice Fruit, como é conhecida hoje, passará em breve a ser chamada de Valle Fruit. A empresa, especializada em polpa de frutas e creme de açaí, foi criada em 2007, em Petrolina. E graças ao potencial da fruticultura irrigada da região, a empresa vai construir a sua fábrica de produção aumentando o número de funcionários de 17 empregos diretos e 25 indiretos, para 50 diretos e 65 indiretos.

Segundo a equipe técnica da secretária, o município possui pontos positivos como localização diferenciada e mão-de-obra qualificada disponível, o que facilita a instalação do empreendimento. (Ascom)




Publicado por: Daniel Campos - 13/01/2017 - 14:00:00  
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A taxa mundial de desemprego deverá subir de 5,7% em 2016 para 5,8% em 2017, o que representará um aumento de 3,4 milhões no número de pessoas desempregadas, segundo relatório lançado nesta quinta-feira (12) pela Organização Internacional do Trabalho (OIT). Ao todo, serão 201,1 milhões de pessoas sem emprego no planeta neste ano.

Segundo o estudo "Perspectivas sociais e do emprego no mundo - Tendências de 2017", de cada 3 novos desempregados no mundo em 2017, um será brasileiro. A OIT estima que o Brasil terá 1,2 milhão de desempregados a mais na comparação com 2016, passando de um total de 12,4 milhões para 13,6 milhões, e chegará a 13,8 milhões em 2018.

Em termos absolutos, o Brasil terá a terceira maior população de desempregados entre as maiores economias do mundo, superado apenas pela China e Índia. Na China, a OIT prevê que o número subirá de 37,3 milhões para 37,6 milhões em 2016. Já na Índia, de 17,7 milhões para 17,8 milhões. (G1)




Publicado por: Daniel Campos - 13/01/2017 - 10:00:00  
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Pela terceira vez seguida, o Banco Central (BC) baixou os juros básicos da economia. Por unanimidade, o Comitê de Política Monetária (Copom) reduziu nesta quarta-feira (11) a taxa Selic em 0,75 ponto percentual, para 13% ao ano. A decisão surpreendeu os analistas financeiros, que previam o corte de 0,5 ponto percentual.

Com a decisão desta quarta, a Selic está no menor nível desde abril de 2015, quando estava em 12,75% ao ano. Mantida em 7,25% ao ano, no menor nível da história, de outubro de 2012 a abril de 2013, a taxa foi reajustada gradualmente até alcançar 14,25% ao ano em julho de 2015. Somente em outubro do ano passado, o Copom voltou a reduzir os juros básicos da economia.

Em comunicado, o Copom informou que a demora na recuperação da economia contribuiu para a autoridade monetária acelerar o corte dos juros. "O conjunto dos indicadores sugere atividade econômica aquém do esperado. A evidência disponível sinaliza que a retomada da atividade econômica deve ser ainda mais demorada e gradual que a antecipada previamente", destacou o texto.

O Copom ressaltou que as incertezas externas ainda não trouxeram efeitos sobre o Brasil e que o comportamento da inflação, que fechou 2016 abaixo das expectativas, favoreceu a redução maior da Selic.

"A inflação recente continuou mais favorável que o esperado. Há evidências de que o processo de desinflação mais difundida tenha atingido também componentes mais sensíveis à política monetária e ao ciclo econômico. A inflação acumulada no ano passado alcançou 6,3%, bem abaixo do esperado há poucos meses e dentro do intervalo de tolerância da meta para a inflação estabelecido para 2016", acrescentou o Banco Central.

A Selic é o principal instrumento do Banco Central para manter sob controle a inflação oficial, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o IPCA fechou 2016 em 6,29%, o menor nível desde 2013 (5,91%).

Até o ano passado, o Conselho Monetário Nacional (CMN) estabelecia meta de inflação de 4,5%, com margem de tolerância de 2 pontos, podendo chegar a 6,5%. Para 2017, o CMN reduziu a margem de tolerância para 1,5 ponto percentual. A inflação, portanto, não poderá superar 6% neste ano. (Ascom)




Publicado por: Daniel Campos - 11/01/2017 - 23:00:00  
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O Brasil continuou a fechar vagas formais de trabalho em novembro deste ano. As demissões superaram as contratações em 116.747 no mês passado, de acordo com informações do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgadas nesta quinta-feira (29) pelo Ministério do Trabalho.

No acumulado de janeiro a novembro, o mercado de trabalho brasileiro já fechou 858.333 postos formais, de acordo com dados do Ministério do Trabalho.

Trata-se do 20º mês seguido em que o número de vagas formais diminuiu no mercado de trabalho brasileiro. O último mês em que houve mais contratações foi em março do ano passado, quando foram criados 19,2 mil postos de trabalho. (G1)




Publicado por: Daniel Campos - 29/12/2016 - 19:00:00  
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número de desempregados aumentou em mais de 2 milhões em 2016 e chegou a 12 milhões de brasileiros. Para 2017, a expectativa é de que o mercado de trabalho possa melhorar a partir de meados do ano. Analistas ouvidos pelo G1 destacam, entretanto, que a taxa de desemprego ainda tende a subir mais antes de começar a cair.

A expectativa do governo e da maior parte do mercado é de que o país saia da recessão no ano que vem e que o número de contratações volte a superar o de demissões. O ano de 2017, entretanto, deverá ser mais de estabilização do que de recuperação, com uma geração de empregos ainda insuficiente para derrubar a taxa de desemprego. (G1)

A taxa de desemprego passou de 9,5% no trimestre encerrado em janeiro para 11,8%. Veja gráfico abaixo:




Publicado por: Daniel Campos - 26/12/2016 - 17:00:00  
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O dólar fechou em alta nesta sexta-feira (11), com a continuidade do nervosismo após a eleição de Donald Trump nos Estados Unidos. A moeda chegou a se aproximar do patamar de R$ 3,50 durante o dia, mas fechou longe das máximas após intervenção do Banco Central no câmbio.

A moeda norte-americana avançou 0,92%, vendida a R$ 3,3923. Na semana, o dólar subiu 4,99% sobre o real.

Acompanhe a cotação do longo do dia:

Às 9h09, alta de 2,56%, a R$ 3,4476
Às 9h19, alta de 3,38%, a R$ 3,475
Às 9h29, alta de 3,6%, a R$ 3,4826
Às 9h39, alta de 3,37%, a R$ 3,4747
Às 9h59, alta de 2,58%, a R$ 3,4484
Às 10h39, alta de 2,36%, a R$ 3,441
Às 10h49, alta de 1,59%, a R$ 3,415
Às 10h59, alta de 1,37%, a R$ 3,4075
Às 11h49, alta de 1,98%, a R$ 3,428
Às 12h20, alta de 2,03%, a R$ 3,4297
Às 13h19, alta de 3,22%, a R$ 3,4695
Às 15h20, alta de 1,28%, a R$ 3,4045
Às 15h39, alta de 0,96%, a R$ 3,3935
Às 15h59, alta de 1,02%, a R$ 3,3958
Às 16h39, alta de 1,34%, a R$ 3,4065

A moeda chegou a bater R$ 3,4976 na máxima do dia, com alta acima de 4%, segundo a Reuters. A última vez que a moeda fechou acima de R$ 3,49 foi em 3 de junho, a R$ 3,5243. (G1)




Publicado por: Daniel Campos - 11/11/2016 - 22:00:00  
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O nível de atividade da economia brasileira não só continuou no terreno negativo, registrando retração em agosto deste ano, como também intensificou o ritmo de queda, de acordo com informações divulgadas nesta quinta-feira (20) pelo Banco Central.

O chamado Índice de Atividade Econômica do BC, o IBC-Br - um indicador criado para tentar antecipar o resultado do Produto Interno Bruto (PIB) - teve queda de 0,91% em agosto, na comparação com julho. O resultado foi calculado após ajuste sazonal (uma espécie de "compensação" para poder comparar períodos diferentes).

De acordo com os números do BC, a retração da "prévia" do PIB, em agosto deste ano, foi a maior em 15 meses, ou seja, desde maio de 2015 - quando o indicador teve contração de 1,02%, segundo números revisados. Neste ano, o nível de atividade registrou queda em quase todos os meses, com exceção de abril (+0,18%) e junho (+0,27%).

O Produto Interno Bruto é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país e serve para medir a evolução da economia. Em 2015, de acordo com o IBGE, o PIB recuou 3,8%. Para 2016, a estimativa de analistas dos bancos é de um recuo de 3,19%. No segundo trimestre deste ano, o PIB teve um "encolhimento" de 0,6%. (G1)




Publicado por: Daniel Campos - 20/10/2016 - 14:00:00  
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Em agosto, o volume do setor de serviços recuou 1,6% em relação a julho, segundo informou nesta sexta-feira (16) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Já na comparação com agosto do ano passado, a retração foi de 3,9%, a maior para o mês desde o início da série do indicador, em janeiro de 2012.

Com o resultado de agosto, o volume do setor acumula queda de 4,7% no ano e de 5%, nos últimos 12 meses.

De julho para agosto, foram registradas altas nos serviços de informação e comunicação (0,3%) e transportes, serviços auxiliares dos transportes e correio (0,1%).

Na contramão, entre as quedas estão as dos segmentos de serviços prestados às famílias (-1,6%); serviços profissionais, administrativos e complementares (-0,3%); outros serviços (-1,2%) e o agregado especial das atividades turísticas (-0,8%).

Pela ordem de influência os segmentos que mais contribúíram com o resultado mensal do setor todo de serviços foram: transportes, serviços auxiliares dos transportes e correio; serviços profissionais, administrativos e complementares; serviços prestados às famílias, além de serviços de informação e comunicação.

Segundo Roberto Saldanha, analista de serviços e comércio do IBGE, os serviços de informação e comunicação, que apresentaram o melhor desempenho, foram estimulados pela Olimpíada, considerando as propagandas durante as transmissões. (G1)




Publicado por: Daniel Campos - 19/10/2016 - 13:00:00  
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A inflação oficial medida pelo Índice de Preços ao Consumidor - Amplo (IPCA) perdeu força de agosto para setembro, ao passar de 0,44% para 0,08%, segundo informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta sexta-feira (7). Para o mês de setembro, a taxa é a menor desde 1998, quando recuou 0,22%. Considerando todos os meses, o índice é o menor desde julho de 2014, quando ficou em 0,01%.

"Setembro é um mês em que a gente vê poucos sinais negativos ou perto de zero porque é justamente quando começa a entressafra. Os piores resultados são no meio do ano.

Especificamente neste mês a inflação foi muito pressionada pelos alimentos por causa do choque de oferta", disse Eulina Nunes dos Santos, coordenadora de Índices de Preços do IBGE.

De agosto para setembro, foi a queda de preços dos alimentos que pressionou a desaceleração do IPCA. De um avanço de 0,3%, a variação de preços desse grupo recuou 0,29%. O leite, por exemplo, que vinha registrando altas seguidas nos últimos meses, ficou 7,83% mais barato em setembro. Também influenciou o recuo dos alimentos consumidos dentro de casa, que chegou a 0,6%.

Outro grande vilão da inflação de alimentos que registrou queda foi o preço do feijão. O feijão-carioca caiu 4,61%, o feijão-preto 3,77% e o feijão-mulatinho 1,45%.
Não foram todos os alimentos que tiveram redução de preços. A carne, em compensação, subiu 1,43% e impediu que a queda da variação desse grupo fosse maior.

"[Esse resultado] significa que, comparado com os resultados de agosto, os preços, em média, se mantiveram estáveis, embora alguns tenham subido, outros caído", afirmou.

Também caíram os preços de artigos de residência (-0,23%) e transportes (-0,10%) - influenciados por passagens aéreas (-2,39%), por automóveis usados (-1,5%) e pela gasolina (-0,40%). Do lado dos artigos de residência, recuaram os preços de TV, som e informática (-1,15%) e mobiliário (-0,65%). Quanto aos itens em queda, os demais destaques foram hotel (-6,53%) e cigarro (-3,32%). (Ascom)




Publicado por: Daniel Campos - 07/10/2016 - 10:05:01  
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O Índice de Preços ao Consumidor - Classe 1 (IPC-C1), que mede a inflação de famílias de baixa renda, desacelerou de 0,84% em maio para 0,57%, em junho, segundo a Fundação Getulio Vargas (FGV). No primeiro semestre, o indicador acumula alta de 5,28% e, nos últimos 12 meses, de 9,52%.

De maio para junho, a maioria dos tipos de gastos registrou preços menores. A alta de preços relativos a saúde e cuidados pessoais caiu de 1,71% para 0,38%; de sespesas diversas, de 4,31% para 0,40%, de habitação, de 1,18% para 0,90%; de vestuário, de 0,48% para 0,33%, e comunicação de 0,22% para 0,18%.

Na contramão, subiram os preços de alimentos, de 0,53% para 0,68%; transportes, de -0,40% para -0,01%, e educação, leitura e recreação, de 0,16% para 0,50%.

A taxa para a baixa renda ficou acima da registrada para o conjunto da população, calculada pelo Índice de Preços ao Consumidor - Brasil (IPC-BR), que atingiu 0,26% em junho e 8,54%, nos últimos 12 meses.

Veja a variação de preços de alguns itens:

Arroz e feijão (de 2,84% para 15,14%)
Tarifa de ônibus urbano (de -0,37% para 0,37%)
Passagem aérea (de -4,86% para 8,18%)
Medicamentos em geral (fr 2,94% para 0,16%)
Cigarros (de 8,63% para -0,04%)
Tarifa de eletricidade residencial (de 3,26% para 0,97%)
Roupas (de 0,60% para -0,06%)
Tarifa de telefone móvel (de 0,50% para 0,20%). (G1)




Publicado por: Daniel Campos - 05/07/2016 - 09:33:25  
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O dólar opera em queda nesta quarta-feira (29), depois de fechar no menor valor em quase 1 ano na véspera, a R$ 3,3060. Investidores acompanham o bom humor nos mercados externos, em mais um dia marcado por ausência de interferência do Banco Central no câmbio, mesmo após o tombo recente da moeda.

Às 13h40, a moeda norte-americana caía 1,78%, a R$ 3,2470. O dólar chegou a R$ 3,2328 na mínima da sessão, menor nível intradia desde 23 de julho de 2015 (R$ 3,2225), segundo a Reuters. (G1)




Publicado por: Daniel Campos - 29/06/2016 - 13:58:19  
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