Daniel no Rádio




O PSDB entrou nesta quinta-feira (30) no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com um pedido de "auditoria especial" no resultado das eleições. A ação, assinada pelo coordenador Jurídico Nacional do PSDB, deputado Carlos Sampaio (SP), pede que seja autorizada a criação de uma comissão formada por técnicos indicados pelos partidos políticos para a fiscalização dos sistemas de todo o processo eleitoral.

O PSDB argumenta que não coloca em dúvida a lisura da apuração e o trabalho do TSE, mas justifica que, depois de anunciada a vitória da petista, surgiu, especialmente nas redes sociais, "uma somatória de denúncias e desconfianças por parte da população brasileira".

Sampaio afirmou que não se trata de recontagem dos votos, mas de uma medida para evitar que teorias de que houve fraude no processo continuem sendo alimentadas e colocando em xeque a postura adequada da Justiça Eleitoral.

"Nas redes sociais os cidadãos brasileiros vêm expressando, de forma clara e objetiva, a descrença quanto à confiabilidade da apuração dos votos e a infalibilidade da urna eletrônica, baseando-se em denúncias das mais variadas ordens, que se multiplicaram após o encerramento do processo de votação, colocando em dúvida desde o processo de votação até a totalização do resultado", diz o texto.

No documento, o tucano alega que a diferença entre três horas entre o encerramento da votação no Acre e os demais Estados que seguem o horário de Brasília e a margem apertada de diferença "são elementos que acabaram por fomentar, ainda mais, as desconfianças que imperam no seio da sociedade brasileira". A ação afirma que o intuito da auditoria é "dissipar quaisquer dúvidas sobre a intervenção de terceiros na regularidade do processo de votação e apuração dos votos".

O PSDB aponta ao TSE que as suspeitas ganharam tamanha dimensão que até uma petição virtual para se exigir uma conferência do resultado eleitoral já está disponível na internet com apoio de 60 mil assinaturas e que foi encaminhada ao senador Aécio Neves (PSDB), segundo colocado na disputa eleitoral.

O partido requer a análise de cópia dos boletins de urna de todas as sessões eleitorais do país, documentos, impressos ou manuscritos gerados em todas as sessões eleitorais do país; cópia dos arquivos eletrônicos que compõem a memória de resultados obtidas a partir dos dados fornecidos por cada seção eleitoral; arquivos eletrônicos detalhados, originais e completos, correspondentes à transmissão e ao recebimento de todos os dados de apuração; entre outros. (247)




Publicado por: Daniel Campos - 31/10/2014 - 07:00:00  
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Com a confirmação da reeleição de Dilma Rousseff, João Paulo está animado em relação ao futuro do Partido dos Trabalhadores em Pernambuco, onde a candidata petista obteve 70,2% dos votos. Isso porque, nas últimas semanas do pleito presidencial, a militância voltou às ruas com intensidade, após um primeiro turno apático que terminou com poucos candidatos eleitos pelo partido e análises sobre um possível esfacelamento do partido no Estado. "Eu acho que a coisa mais importante dessa eleição foi a mobilização da militância, que de forma espontânea ganhou as ruas do Estado, do Recife e da Região Metropolitana", falou em entrevista por telefone ao RJ. "Essa vitória política, ao meu ver, repõe o PT como força política no Estado", enfatizou.

Quanto à relação com o PSB, que fez forte oposição à candidatura de Dilma Rousseff, João Paulo foi duro em suas críticas. "O voto dos pernambucanos foi um contraponto à arrogância do prefeito Geraldo Julio e do governador eleito [Paulo Câmara] e, acima de tudo, ao fato do Estado não ter reconhecido os avanços trazidos por Lula e Dilma. O povo de Pernambuco disse não a essa posição", afirmou.

Sobre a relação futura do PT com os socialistas, ele acredita que não haverá retaliação por parte do governo federal, mas que o PSB agora é oposição. "Eles [do PSB] exageraram na dose. Logo eles que foram tão beneficiados pelo governo federal. Então, a relação não fica a mesma. Não acredito em retaliação, mas eles não são mais aliados", pontuou. (Roberta Jungmann)




Publicado por: Daniel Campos - 28/10/2014 - 12:00:00  
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A presidente reeleita Dilma Rousseff (PT) levou a melhor em 59 das 99 cidades em que Marina Silva (PSB) havia vencido no primeiro turno das eleições 2014. Segundo levantamento do G1, Aécio Neves (PSDB) venceu em 40.

A maioria das cidades está em Pernambuco, 51 ao todo, onde Dilma ficou na frente em 50, e Aécio em apenas uma: Taquaritinga do Norte. Naquele estado, a viúva de Eduardo Campos apoiou o tucano no segundo turno.

No Rio de Janeiro, das 15 cidades que escolheram Marina, 11 elegeram Aécio, e quatro em sua maioria votaram em Dilma. Entre as capitais, Aécio venceu em Rio Branco, Maceió e Palmas. Dilma ganhou no Recife e no Rio de Janeiro.

Aécio levou a melhor na maioria dos estados marinistas. O tucano venceu nessas cidades em São Paulo, Alagoas, Espírito Santo, Acre, Paraná e Goiás. Já Dilma ficou na frente apenas em Pernambuco. (G1)




Publicado por: Daniel Campos - 28/10/2014 - 08:30:00  
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O índice de abstenções no 2º turno das eleições 2014 é o segundo maior registrado desde 1989, quando ocorreu a primeira votação direta na redemocratização do país.

Segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a taxa foi de 21,10%, equivalente a 30,1 milhões de eleitores. O percentual deste ano ficou atrás apenas do registrado em 2010, quando 21,50% não votaram.

A proporção de votos nulos também foi a segunda maior registrada em um 2º turno. Neste ano, 4,63% optaram por anular o voto, abaixo apenas do de 2006, quando o equivalente foi de 4,71%.

Quanto aos brancos, 1,71% dos eleitores que compareceram às urnas neste ano optaram por votar em branco. O nível mais alto registrado foi em 2010, de 2,30%. (G1)




Publicado por: Daniel Campos - 27/10/2014 - 17:00:00  
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Uma mulher foi detida no início da tarde deste domingo (26) enquanto votava no centro de Petrolina, cidade do Sertão de Pernambuco. Ela estava fazendo selfie, ou seja, um autoretrato com a urna eletrônica, prática que é proibida pela Justiça Eleitoral.

A suspeita partiu de um dos mesários da seção que acionou a Polícia Militar. A mulher foi encaminhada para a Delegacia da Polícia Federal, em Juazeiro, na Bahia. Segundo o delegado da PF, Rodrigo Motta, a mulher assinou um Termo Circunstanciado e responderá pelo crime na Justiça Eleitoral.

"Ela vai responder em liberdade. O celular dela foi apreendido e a eleitora deverá se apresentar na Justiça", afirmou o delegado Rodrigo Motta. No depoimento, a mulher assumiu que estava fazendo a foto e contou que seu objetivo era comprovar o voto a uma amiga. "Ela disse que a amiga não acreditava que ela votaria em determinado candidato e ela queria tirar uma foto para provar isso", relatou o delegado.

Levar celulares, máquinas fotográficas e demais equipamentos eletrônicos para a cabine de votação é crime e prevê uma pena de até dois anos de reclusão e pagamento de multa, que são determinados pela Justiça. Segundo o delegado, o crime é classificado como de menor potencial ofensivo. (G1)




Publicado por: Daniel Campos - 27/10/2014 - 09:00:00  
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A presidente Dilma Rousseff (PT) venceu Aécio Neves (PSDB) na disputa em segundo turno e foi reeleita neste domingo (26) para um novo mandato como presidente da República (2015-2018). O resultado foi confirmado pelo sistema de apuração do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) às 20h30, quando 98% das urnas estavam apuradas e não havia mais possibilidade matemática de virada.

Até a última atualização desta reportagem, com 98,82% das urnas apuradas, a petista tinha 53.830.577 votos (51,54%) e o tucano, 50.606.537 votos (48,46%).

Com a vitória, Dilma completará um período de 16 anos do PT no comando do governo federal, desde a primeira eleição de Luiz Inácio Lula da Silva, em 2002. É o dobro do tempo do PSDB, que teve dois mandatos com Fernando Henrique Cardoso (1995-1998 e 1999-2002). Desde antes da reeleição de Dilma, o PT trabalha com a hipótese de uma nova candidatura de Lula em 2018, conforme voltou a defender neste domingo o presidente do partido, Rui Falcão.

A presidente se reelegeu na disputa considerada a mais acirrada desde a redemocratização. No início da campanha, a petista manteve-se na dianteira nas pesquisas de intenção de voto, mas depois chegou a ter a liderança ameaçada por Marina Silva (PSB), derrotada no primeiro turno, e Aécio, que chegou a aparecer numericamente à frente dela no segundo turno.

Foi também a sexta eleição marcada pela polarização entre PSDB e PT, que desde 1994 sempre chegaram nas duas primeiras posições na corrida presidencial. Assim como em 2010, a candidatura de Marina despontou neste ano como terceira força, alcançando 21,3% dos votos no primeiro turno. (G1)




Publicado por: Daniel Campos - 26/10/2014 - 19:59:55  
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Pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (23) aponta os seguintes percentuais de votos válidos no segundo turno da corrida para a Presidência da República:

- Dilma Rousseff (PT): 53%
- Aécio Neves (PSDB): 47%

Para calcular esses votos, são excluídos da amostra os votos brancos, os nulos e os eleitores que se declaram indecisos. O procedimento é o mesmo utilizado pela Justiça Eleitoral para divulgar o resultado oficial da eleição.

A pesquisa foi encomendada pela TV Globo e pelo jornal "Folha de S.Paulo".

De acordo com o Datafolha, a presidente Dilma Rousseff (PT) tem uma vantagem inédita sobre Aécio Neves (PSDB) no segundo turno da eleição presidencial.

No levantamento anterior do instituto, divulgado no dia 22, Dilma tinha 52%, e Aécio, 48% dos votos válidos.


Votos totais
Se forem incluídos os votos brancos e nulos e dos eleitores que se declaram indecisos, os votos totais da pesquisa estimulada são:

- Dilma Rousseff (PT): 48%
- Aécio Neves (PSDB): 42%
- Em branco/nulo/nenhum: 5%
- Não sabe: 5%

O Datafolha ouviu 9.910 eleitores em 399 municípios nos dia 22 e 23 de outubro. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%. Isso significa que, se forem realizados 100 levantamentos, em 95 deles os resultados estariam dentro da margem de erro de dois pontos prevista. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-01162/2014.

Certeza do voto
O Datafolha também perguntou, entre os dois candidatos, em quem os eleitores votariam com certeza, em quem talvez votassem e em qual não votariam de jeito nenhum. Veja os números:

Dilma
46% - votariam com certeza
15% - talvez votassem
37% - não votariam de jeito nenhum
1% - não sabe

Aécio
39% - votariam com certeza
18% - talvez votassem
41% - não votariam de jeito nenhum
2% - não sabem (G1)




Publicado por: Daniel Campos - 24/10/2014 - 09:30:00  
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Pesquisa Ibope divulgada nesta quinta-feira (23) aponta os seguintes percentuais de votos válidos no segundo turno da corrida para a Presidência da República:
- Dilma Rousseff (PT): 54%
- Aécio Neves (PSDB): 46%

Para calcular esses votos, são excluídos da amostra os votos brancos, os nulos e os eleitores que se declaram indecisos. O procedimento é o mesmo utilizado pela Justiça Eleitoral para divulgar o resultado oficial da eleição.

A pesquisa foi encomendada pela TV Globo e pelo jornal "O Estado de S. Paulo".

No levantamento anterior do instituto, divulgado no dia 15, Aécio tinha 51% e Dilma, 49%.

Votos totais
Se forem incluídos os votos brancos e nulos e dos eleitores que se declaram indecisos, os votos totais da pesquisa estimulada são:

- Dilma Rousseff (PT): 49%
- Aécio Neves (PSDB): 41%
- Branco/nulo: 7%
- Não sabe/não respondeu: 3%

O Ibope ouviu 3.010 eleitores em 203 municípios entre os dias 20 e 22 de outubro. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%, o que quer dizer que, se levarmos em conta a margem de erro de dois pontos, a probabilidade de o resultado retratar a realidade é de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-01168/2014. (G1)




Publicado por: Daniel Campos - 23/10/2014 - 18:59:56  
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Em meio as mais de 35 mil pessoas que compareceram ao comício da candidata à reeleição Dilma Russef na praça Dom Malam em Petrolina, na tarde de ontem, três simpatizantes da candidatura tucana entraram no meio da multidão gritando palavras de ordem a favor do candidato do PSDB, Aécio Neves e contra a presidenta Dilma Russeff .

Sem qualquer noção do perigo de serem agredidos, por pouco não foram linchados pelos petistas, eles insistiam com a ação, sendo salvos pela pronta intervenção da polícia e de alguns petistas, que mesmo reconhecendo seus direitos de ir vir, os chamou a razão pedindo que eles se retirassem do local, não sem antes causarem um grande tumulto. (Blog do Farnesio)




Publicado por: Daniel Campos - 22/10/2014 - 16:58:40  
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Pesquisa Datafolha divulgada nesta quarta-feira (22) aponta os seguintes percentuais de votos válidos no segundo turno da corrida para a Presidência da República:

- Dilma Rousseff (PT): 52%
- Aécio Neves (PSDB): 48%

Para calcular esses votos, são excluídos da amostra os votos brancos, os nulos e os eleitores que se declaram indecisos. O procedimento é o mesmo utilizado pela Justiça Eleitoral para divulgar o resultado oficial da eleição.

A pesquisa foi encomendada pelo jornal "Folha de S.Paulo".

De acordo com o Datafolha, na reta final da eleição, os candidatos continuam empatados, no limite da margem de erro, de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

No levantamento anterior do instituto, divulgado no dia 20, o resultado foi o mesmo: Dilma tinha 52%, e Aécio, 48% dos votos válidos.

Votos totais
Se forem incluídos os votos brancos e nulos e dos eleitores que se declaram indecisos, os votos totais da pesquisa estimulada são:

- Dilma Rousseff (PT): 47%
- Aécio Neves (PSDB): 43%
- Em branco/nulo/nenhum: 6%
- Não sabe: 4%

O Datafolha ouviu 4.355 eleitores no dia 21 de outubro em 256 municípios. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%. Isso significa que, se forem realizados 100 levantamentos, em 95 deles os resultados estariam dentro da margem de erro de dois pontos prevista. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-01160/2014.

Segundo o Datafolha, 82% dos eleitores de Dilma acham que a presidente será reeleita. Entre os eleitores de Aécio, 78% acham que o tucano será o vencedor neste segundo turno. (G1)




Publicado por: Daniel Campos - 22/10/2014 - 15:16:12  
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Caso Aécio Neves saia derrotado das eleições, setores do PSDB de São Paulo devem lançar a pré-candidatura de Geraldo Alckmin à Presidência para 2018. Os alckmistas argumentam que ele será o tucano com mais voto no partido, enquanto Aécio terá perdido a eleição em tese mais fácil da história dos últimos pleitos para a oposição -o país atravessa situação econômica adversa e Dilma é mais fraca eleitoralmente que Lula. A avaliação é de Mônica Bergamo, hoje na Folha de S.Paulo.

Outra vantagem de Alckmin é citada pela colunista da Folha: nunca participou do governo de Fernando Henrique Cardoso. Segundo o Datafolha, 57% dizem que não votariam num candidato apoiado pelo ex-presidente. Aécio, se derrotado por pequena margem, manterá a condição de pré-candidato. Mas com uma desvantagem em relação a Alckmin. (Mônica Bergamo)




Publicado por: Daniel Campos - 22/10/2014 - 14:25:51  
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A Prefeitura de Petrolina , através da Secretaria Executiva de Desenvolvimento Rural, informa que as feiras livres que acontecem aos domingos, serão antecipadas para o sábado (25), em virtude das eleições que ocorrerão no próximo domingo (26). (Ascom)




Publicado por: Daniel Campos - 22/10/2014 - 10:20:00  
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Pesquisa Datafolha divulgada nesta segunda-feira (20) aponta os seguintes percentuais de votos válidos no segundo turno da corrida para a Presidência da República:
- Dilma Rousseff (PT): 52%
- Aécio Neves (PSDB): 48%

Para calcular esses votos, são excluídos da amostra os votos brancos, os nulos e os eleitores que se declaram indecisos. O procedimento é o mesmo utilizado pela Justiça Eleitoral para divulgar o resultado oficial da eleição.

A pesquisa foi encomendada pela TV Globo e pelo jornal "Folha de S.Paulo".

De acordo com o Datafolha, na reta final da eleição, os candidatos continuam empatados, no limite da margem de erro, de dois pontos percentuais para mais ou para menos, mas Dilma aparece pela primeira vez numericamente à frente de Aécio em um levantamento feito após o primeiro turno.

No levantamento anterior do instituto, divulgado no dia 15, Aécio tinha 51% e Dilma, 49%.

Votos totais
Se forem incluídos os votos brancos e nulos e dos eleitores que se declaram indecisos, os votos totais da pesquisa estimulada são:

- Dilma Rousseff (PT): 46%
- Aécio Neves (PSDB): 43%
- Em branco/nulo/nenhum: 5%
- Não sabe: 6%

O Datafolha ouviu 4.389 eleitores no dias 20 de outubro. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%. Isso significa que, se forem realizados 100 levantamentos, em 95 deles os resultados estariam dentro da margem de erro de dois pontos prevista. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-01140/2014. (G1)




Publicado por: Daniel Campos - 21/10/2014 - 07:40:00  
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Desde a confirmação dos nomes de Dilma Rousseff (PT) e Aécio Neves (PSDB) como adversários no segundo turno das eleições presidenciais, declararam apoio à petista 16 dos 28 candidatos aos governos de estados onde haverá segundo turno; dez manifestaram apoio ao tucano e dois se declararam neutros.

Ao todo, 13 estados e o Distrito Federal terão eleições para governador no próximo dia 26, mesma data em que a população escolherá o presidente do país.

Em quatro estados (Amapá, Ceará, Rio de Janeiro e Rio Grande do Norte), Dilma conta com o apoio dos dois candidatos que disputam o segundo turno. No Distrito Federal, Aécio é apoiado pelos dois rivais.

No Rio de Janeiro, um dos principais colégios eleitorais do país, Dilma recebe o apoio do atual governador e candidato à reeleição, Luiz Fernando Pezão (PMDB), e do seu adversário, Marcelo Crivella (PRB).

No Amapá, os candidatos Waldez (PDT) e Camilo Capiberibe (PSB) declararam apoio à petista. Nacionalmente, o PSB, de Capiberibe, declarou apoio a candidatura de Aécio Neves na última semana.

O tucano não tem palanque no Ceará, onde Camilo Santana (PT) e Eunício Oliveira (PMDB) manifestaram apoio à candidatura de Dilma; e no Rio Grande do Norte, estado em que concorrem ao governo o presidente da Câmara dos Deputados, deputado Henrique Eduardo Alves, e Robson Faria (PSD).

Aécio também fica sem palanque no Amazonas, onde Eduardo Braga (PMDB) é aliado de Dilma e José Mello (PROS) ficou neutro.

No Distrito Federal, é Dilma quem não tem apoio de nenhum dos candidatos ao governo distrital. Os adversários Rodrigo Rollemberg (PSB) e Jofran Frejat (PR) manifestaram estão com Aécio Neves no segundo turno. Ela também não tem apoio em Roraima, onde Chico Rodrigues (PSB) ficou ao lado de Aécio e Suely Campos (PP) ficou neutra.

Dos 28 candidatos aos governos estaduais, somente José Mello (PROS), que concorre ao governo de Amazonas contra Eduardo Braga (PMDB), e Suely Campos (PP), que rivaliza com Chico Rodrigues (PSB) em Roraima, não manifestaram apoio público a nenhum dos presidenciáveis.

Em todos os outros sete estados onde há disputa para o governo local, um candidato apoia Dilma e o outro, Aécio. Isso acontece nos estados do Acre, Goiás, Mato Grosso do Sul, Pará, Paraíba, Rondônia e Rio Grande do Sul.

No Rio Grande do Sul, o candidado do PMDB, Ivo Sartori, manifestou voto em Aécio Neves, embora isso contrarie a posição nacional da legenda, que faz integra a coligação de Dilma. No primeiro turno, Sartori apoiou a candidata do PSB, Marina Silva. O adversário do candidato do PMDB, o governador Tarso Genro (PT), apoia Dilma Rousseff. (G1)




Publicado por: Daniel Campos - 18/10/2014 - 21:00:00  
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Além de uma carta em repúdio pelo afastamento de Inocêncio Oliveira da presidência do PR em Pernambuco, por votar em Aécio Neves, com a nomeação do deputado federal Anderson Ferreira para substituí-lo, o grupo do deputado federal Inocêncio divulgou, no começo da tarde, divulgou várias fotos mostrando que o sucessor também pediu votos para Marina e agora estaria pedindo votos para Aécio Neves, nas ruas do Recife, por ser integrante da Frente Popular.

A mudança criou uma crise grande e sem precedentes no partido local.

"A desculpa para afastar Inocêncio não vale para Anderson Ferreira? Ele precisa dizer em quem vai votar, em Aécio ou em Dilma. O que foi feito foi uma falta de respeito com um ex-presidente da Câmara dos Deputados. Fomos pegos de surpresa, foi sorrateiro, sórdido, covarde. Vamos tentar negociar, vamos depois para o jurídico e se não resolver vamos sair em massa", declarou o deputado federal eleito Sebastião Oliveira.

O deputado estadual Alberto Feitosa também cobrou uma posição do novo líder. "Qual a posição dele? Vota em Dilma ou vota em Aécio? Vai estar ao lado de Paulo Câmara e Fernando Bezerra Coelho ou não vai estar? Eu acredito que o voto evangélico, onde ele atua, não é o voto da Dilma, o voto do PT", observou, não sem antes frisar que, nesta semana que passou, o deputado federal estava em Brasília e não ligou para Inocêncio Oliveira para tratar da substituição.

Na carta-repúdio, a manobra foi classificada como uma "intervenção arbitrária, injusta, incoerente e desrespeitosa" do senador Alfredo Nascimento, presidente nacional do PR.

A Direção Nacional do PR justificou a destituição de Inocêncio pelo fato de ele apoiar o senador Aécio Neves (PSDB) no segundo turno da corrida presidencial. Nacionalmente, a legenda integra a coligação da presidente Dilma Rousseff (PT).

No primeiro turno, o PR de Pernambuco fez campanha para a ex-senadora Marina Silva (PSB); inclusive Anderson Ferreira.

Na carta-repúdio, o grupo de Inocêncio Oliveira pede que a destituição seja revista. O deputado federal eleito Sebastião Oliveira (PR) diz que deste essa quinta (16), quando a destituição foi comunicada, tem tentado falar com Alfredo Nascimento sem sucesso. Ele é primo de Inocêncio e vai substituí-lo na Câmara Federal em 2015. (Jamildo)




Publicado por: Daniel Campos - 17/10/2014 - 18:02:14  
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A nova rodada da pesquisa O POVO/Datafolha mostra que a presidente da República e candidata à reeleição, Dilma Rousseff (PT), tem mais que o dobro dos votos de Aécio Neves (PSDB) no Ceará, com 66%, contra 25% do tucano. Brancos e nulos somam 4%, e os indecisos são 5% dos cearenses. Considerados apenas os votos válidos - forma como a Justiça Eleitoral divulga o resultado -, Dilma tem 73%, contra 27% de Aécio.

O resultado nos votos válidos sugere que, no Ceará, o tucano ganhou mais espaço que a petista no segundo turno. Quando as urnas do último dia 5 foram abertas, Dilma teve 68%, enquanto Aécio ficou com 14,97%. De acordo com o Datafolha, o crescimento dela, portanto, foi de cinco pontos percentuais; o dele, de 12 pontos.

O levantamento dá indicações sobre uma das principais dúvidas deste segundo turno: o destino dos votos de Marina Silva (PSB), candidata derrotada à Presidência, terceira mais votada no Ceará. De acordo com a pesquisa, 60% dos votos de Marina migraram para Aécio, 21% foram para Dilma. Já 9% dos "marineiros" não souberam para que lado ir. Disseram votar nulo ou em branco 10%. (O Povo Online)




Publicado por: Daniel Campos - 17/10/2014 - 15:09:20  
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Um novo tracking realizado na quarta-feira (15) pela coordenação da campanha da presidenta Dilma Rousseff (PT) vazou na tarde desta quinta, uma hora e meia antes do debate no SBT, e os números são animadores para a campanha da petista. Dilma teria 48% das intenções de votos contra 44% de Aécio. Levando-se em conta somente os votos válidos, Dilma sobe para 52,2% e Aécio vai para 47,8%.

Os números que já circulam nas redes sociais foram confirmados por fontes do PT e do PCdoB e representam uma real perspectiva de virada, caso a tendência se mantenha. Esses dados confirmam a análise já publicada de que Dilma tem suportado bem os ataques e tem mais possibilidade de avanço no voto dos eleitores indecisos.

A melhor performance no debate da Band também deve ter contribuído para a reação da petista. (Blog do Esmael)




Publicado por: Daniel Campos - 17/10/2014 - 13:00:00  
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O ex-ministro e senador eleito por Pernambuco, Fernando Bezerra Coelho (PSB), rebateu as denúncias veiculadas pela coluna do jornalista Cláudio Humberto de que teria sido citado na delação premiada feita pelo ex-diretor da Petrobras, Paulo Roberto Costa, por pedir uma doação de R$ 20 milhões que seriam utilizados na campanha da reeleição do então governador Eduardo Campos (PSB), em 2010. Por meio de nota, FBC diz que não teve papel de coordenador nem de tesoureiro. Portanto, nunca tratou de doações à campanha com quem quer que seja". Na nota, FBC diz, ainda, que não teve qualquer contato com o doleiro Alberto Youssef e que os seus encontros com Paulo Roberto Costa foram de forma institucional.

Na nota, FBC ressalta que as declarações são "levianas e mentirosas", visando "manchar a memória do ex-Governador Eduardo Campos, falecido em agosto deste ano, e macular a honra e o trabalho do Senador eleito Fernando Bezerra Coelho". O ex-ministro também diz que a "apuração dos fatos pela Polícia Federal e pelo Ministério Público, com absoluta certeza, mostrará que as declarações são caluniosas e que elas têm cunho puramente político". Fernando Bezerra Coelho foi eleito senador com 2.655,912 de votos, 64,34% dos votos válidos.

O deputado federal João Paulo (PT), que ficou na segunda posição, com 34,80% dos votos válidos, disse que as denúncias são graves, mas que é necessário tratar o assunto com cuidado. "Vamos ter paciência e aguardar o que a Justiça vai decidir, Não se teve acesso ao depoimento, a não ser por aquilo que foi veiculado pela imprensa. Por enquanto vamos aguardar para ver os desdobramentos da denúncia que tem gravidade bastante grande. Também vamos entrar em contato com a direção nacional do partido para ver se há algo mais nesta direção", disse o petista.

Confira abaixo, na íntegra, a nota encaminhada pelo senador eleito Fernando Bezerra Coelho e veja aqui a matéria publicada sobre o assunto

A respeito de nota veiculada hoje na coluna de Cláudio Humberto, a assessoria de Fernando Bezerra Coelho esclarece:

Na campanha à reeleição de Eduardo Campos, em 2010, Fernando Bezerra Coelho não teve papel de coordenador nem de tesoureiro. Portanto, nunca tratou de doações à campanha com quem quer que seja.

Fernando Bezerra Coelho não conhece e nunca teve qualquer contato pessoal ou telefônico com o Sr. Alberto Youssef. Quanto ao então diretor da Petrobras, Sr. Paulo Roberto Costa, Fernando Bezerra Coelho manteve contatos enquanto Secretário de Desenvolvimento de Pernambuco e Presidente do Porto de Suape. Foram tratativas sempre institucionais, de interesse do Estado.

Agora, surgem declarações levianas e mentirosas, numa tentativa de manchar a memória do ex-Governador Eduardo Campos, falecido em agosto deste ano, e macular a honra e o trabalho do Senador eleito Fernando Bezerra Coelho.

A apuração dos fatos pela Polícia Federal e pelo Ministério Público, com absoluta certeza, mostrará que as declarações são caluniosas e que elas têm cunho puramente político. (247)




Publicado por: Daniel Campos - 17/10/2014 - 08:30:00  
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O senador licenciado e ex-candidato ao governo do estado, Armando Monteiro (PTB), viajou ontem para Brasília, onde participou de reuniões junto ao PT nacional para definir estratégias referentes à campanha da presidente Dilma (PT) no estado. Fora dos holofotes desde que perdeu a disputa ao governo, o petebista deve retornar hoje ao estado. A participação dele na campanha petista ainda não está definida, mas é provável que ele atue na coordenação.

Já no PSB, o presidente do diretório do partido de Minas Gerais, deputado Júlio Delgado, defendeu a saída do ex-presidente Roberto Amaral (foto) da sigla. Após mais uma manifestação pública de Amaral condenando o apoio do PSB ao candidato do PSDB à Presidência, Aécio Neves, o deputado disse que Amaral está "sem clima nenhum" para permanecer na legenda.(Do Diario de Pernambuco)




Publicado por: Daniel Campos - 15/10/2014 - 16:00:00  
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Candidata à reeleição pelo PT, a presidente Dilma Rousseff se encontrará nesta segunda-feira (13) em Brasília com representantes de entidades que colheram assinaturas na internet em defesa da reforma política no país. Dilma aproveitará a ocasião para gravar imagens que serão utilizadas em sua propaganda eleitoral e há expectativa de que, após o encontro, a presidente fale à imprensa.

Esta é a segunda vez que Dilma se encontra no período eleitoral com entidades que defendem a reforma política. No dia 7 de setembro, após participar do desfile na Esplanada dos Ministérios, a presidente se reuniu no Palácio da Alvorada, residência oficial em Brasília, com movimentos da juventude que apoiam a reforma e a consulta popular por meio de plebiscito.

Desde as manifestações de rua em diversas cidades no país em junho e julho de 2013, a presidente tem defendido que haja a reforma política no país. Ao longo do período eleitoral, Dilma tem dito também que esta é a "mãe de todas as reformas".

Em 2 de julho do ano passado, o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, e o vice-presidente da República, Michel Temer, entregaram aos presidentes do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), e da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), mensagem da presidente Dilma propondo a convocação de um plebiscito para a reforma política.

A presidente defende que sejam analisados por meio de plebiscito os seguintes aspectos: financiamento público ou privado de campanha; sistema eleitoral (voto proporcional ou distrital); manutenção ou não da suplência para senador; fim ou não do voto secreto em deliberações do Congresso; e manutenção ou não de coligações partidárias proporcionais.

Com apoio do PT e do PC do B, um grupo formado por representantes de 402 entidades buscou assinaturas para pedir a convocação de um plebiscito em que a população decida se quer ou não a formação de uma assembleia constituinte para implementar uma reforma política, com mudança nas regras eleitorais em vigor no país. (G1)




Publicado por: Daniel Campos - 13/10/2014 - 23:00:00  
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